Neta Santos (Maria Neta de Souza Santos Nunes) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: prefeita de Angical do Piauí em 2016 e 2012; vereadora de Angical do Piauí em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Angical do Piauí/PI: 3.112 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Angical do Piauí/PI, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido, R$ 52 mil de doações privadas (59 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 14 mil), baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 33 mil em 2012 (49% com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 6 mil em 2008.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
3.112 votos em 2016 (eleita) · 4 eleições
A votação de Maria Neta de Souza Santos Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 90 mil em receitas · R$ 90 mil em gastos contratados
Neta Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Angical do Piauí (PI) em 2008, e prefeita em Angical do Piauí (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido, R$ 52 mil de doações privadas (59 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 14 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 13 mil). Em 2012, 49% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos; em 2008, 81% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Receitas em 2016R$ 90 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 90 milcontratados
Gastos em 2012R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.