Segundo o Radar do Voto, Alemão da Cerâmica (PSB) ficou como suplente de deputado federal pelo Pará em 2026, com 13.513 votos, pelo resultado oficial do TSE. Alemão da Cerâmica (Anderson Camporez) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Tailândia em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Tailândia/PA: 18.274 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PA, declarou R$ 202 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 216 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 50 mil), publicidade por adesivos (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 122 mil em 2024 e R$ 93 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
13.513 votos em 2026 · 5 eleições
A votação de Anderson Camporez em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 202 mil em receitas · R$ 216 mil em gastos contratados
Alemão da Cerâmica declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Tailândia (PA) em 2016, 2020 e 2024, deputado estadual por Pará em 2018, e deputado federal por Pará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 202 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 216 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 50 mil) e publicidade por adesivos (R$ 11 mil); R$ 200 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 122 mil em gastos; em 2020, R$ 93 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 202 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 216 milcontratados, parcial; R$ 200 mil pagos
Gastos em 2024R$ 122 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 8 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil30,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.