Sônia Maria Vicente Lins

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Sônia Maria Vicente Lins
3 eleições entre 2014 e 2018 · último partido DC
53 anos em 2018 · Feminino · Ensino médio completo
Professor de Ensino Médio
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Sônia Lins (Sônia Maria Vicente Lins) disputou 3 eleições entre 2014 e 2018, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por PE: 568 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PE, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 190 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 482) e serviços de terceiros (R$ 300). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 60% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

301 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Sônia Maria Vicente Lins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 7 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Sônia Lins declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Recife (PE) em 2016, e deputada estadual por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 190 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 482). Em 2016, 60% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 3%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil83,4%
  • Materiais impressosR$ 4828,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3005,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 2063,5%
2016Vereadora, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido 52% · pessoas 5% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil59,6%
  • Materiais impressosR$ 98426,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2005,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 3068,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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