Deoclecio Martins de Abreu Filho

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Deoclecio Martins de Abreu Filho
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PATRIOTA
40 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
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Deoclecio Martins (Deoclecio Martins de Abreu Filho) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Diadema/SP: 1.847 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Diadema/SP, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 208 do Fundo Partidário, R$ 998 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 e R$ 10 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.847 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Deoclecio Martins de Abreu Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Deoclecio Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Diadema (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 208 do Fundo Partidário, R$ 998 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2012, R$ 4 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 78% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil44,8%
  • Materiais impressosR$ 4 mil41,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil9,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 2452,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 1061,1%
2012Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 10% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil35,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil25,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil38,8%
2008Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 28% · empresas 25% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 180,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 8 mil84,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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