- Militância e mobilização de ruaR$ 51 mil65,2%
- Serviços contábeisR$ 10 mil12,9%
- Locação de imóveisR$ 8 mil10,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil9,0%
- Outras 1 categoriaR$ 2 mil2,6%
Cássia do João da Muleta (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada estadual por Rondônia em 2026, com 4.587 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cássia do João da Muleta (Cássia Gomes dos Santos) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2018; vereadora de Jaru em 2012. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RO: 10.033 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RO, declarou R$ 64 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 78 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 51 mil), serviços contábeis (R$ 10 mil) e locação de imóveis (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 308 mil em 2022 (41% com militância e mobilização de rua) e R$ 335 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cássia Gomes dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cássia do João da Muleta declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Jaru (RO) em 2012, e deputada estadual por Rondônia em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 64 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 78 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 51 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil); R$ 10 mil já foram pagos. Em 2022, 41% dos R$ 308 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 48% dos R$ 335 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.