Marcelo Lemos (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por Rondônia em 2026, com 4.962 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcelo Lemos (Marcelo José de Lemos) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Ji-Paraná em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RO: 4.962 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RO, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 99 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 37 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 351 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 100 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 50 mil) e serviços contábeis (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 71 mil em 2024 e R$ 41 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
4.962 votos em 2026 · 4 eleições
A votação de Marcelo José de Lemos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 136 mil em receitas · R$ 351 mil em gastos contratados
Marcelo Lemos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Ji-Paraná (RO) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rondônia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 99 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 37 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 351 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 100 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 50 mil); R$ 95 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 71 mil em gastos; em 2020, 47% dos R$ 41 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 136 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 351 milcontratados, parcial; R$ 95 mil pagos
Gastos em 2024R$ 71 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 23% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 46% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil34,3%
Publicidade por adesivosR$ 7 mil21,1%
PessoalR$ 4 mil14,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil11,1%
Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil19,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.