- PessoalR$ 99 mil21,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 81 mil17,9%
- Serviços advocatíciosR$ 80 mil17,6%
- Serviços contábeisR$ 70 mil15,4%
- Outras 5 categoriasR$ 124 mil27,2%
Marina da Pesca (UNIÃO) ficou como suplente de deputada estadual por Rondônia em 2026, com 1.044 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marina da Pesca (Marina Gomes Veloso) disputou 3 eleições entre 2010 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por RO: 1.461 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RO, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 454 mil, principalmente com pessoal (R$ 99 mil), militância e mobilização de rua (R$ 81 mil) e serviços advocatícios (R$ 80 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2012 (81% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marina Gomes Veloso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marina da Pesca declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Rondônia em 2010 e 2026, e vereadora em Porto Velho (RO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 454 mil, principalmente com pessoal (R$ 99 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 81 mil); R$ 32 mil já foram pagos. Em 2012, 81% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 52% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.