- PessoalR$ 7 mil50,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil33,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil7,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8496,1%
- Outras 2 categoriasR$ 4042,9%
Gabriela Rebouças (PODE) ficou como suplente de deputada estadual por Rondônia em 2026, com 318 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gabriela Rebouças (Íris Gabriela Neto Rebouças) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RO, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Gabriela Rebouças declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rondônia em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil); R$ 9 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.