- PessoalR$ 5 mil63,3%
- Publicidade por adesivosR$ 3 mil36,7%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
Sales (MDB) teve 180 votos para deputado estadual por Rondônia em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Sales (Francisco de Sales Oliveira dos Santos) disputou 5 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Machadinho do Oeste em 2004. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RO: 2.182 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RO, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 1). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2008 e R$ 34 mil em 2006.
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A votação de Francisco de Sales Oliveira dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sales declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2006 e 2026, e prefeito em Machadinho do Oeste (RO) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2008, R$ 22 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 34 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.