- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil80,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 39019,4%
Fagner Peixoto (MDB) teve 323 votos para deputado estadual por Rondônia em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Fagner Peixoto (Fagner Santos de Jesus Peixoto) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RO, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 770 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 390). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 800, 100% com serviços de terceiros.
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Fagner Peixoto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Vilhena (RO) em 2016, e deputado estadual por Rondônia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 770 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 390); R$ 390 já foram pagos. Em 2016, 100% dos R$ 800 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.