Chiquinho do PT (PT) ficou como suplente de deputado estadual por Rondônia em 2026, com 457 votos, pelo resultado oficial do TSE. Chiquinho do PT (Francisco Marissilves Pinto da Silva) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RO, declarou R$ 8 mil em receitas, de outras campanhas. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.
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Chiquinho do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2024, e deputado estadual por Rondônia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 8 mil em receitas, de outras campanhas. Em 2024, R$ 8 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.