Gilbelamar Cardoso Campos de Carvalho

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Gilbelamar Cardoso Campos de Carvalho
2 eleições entre 2024 e 2026 · PL
47 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Comerciante
redes informadas ao TSE
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Gil do Divino Cardoso (PL) ficou como suplente de deputada federal por Rondônia em 2026, com 10.183 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gil do Divino Cardoso (Gilbelamar Cardoso Campos de Carvalho) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada federal e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada federal por RO, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 309 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 260 mil) e pessoal (R$ 249 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.

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Evolução da votação nas eleições

10.183 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Gilbelamar Cardoso Campos de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1,4 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados

Gil do Divino Cardoso declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Rondônia em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 309 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 260 mil); R$ 252 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1,4 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,2 milhãocontratados, parcial; R$ 252 mil pagos
Campanhas12026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputada federal, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
5 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
pago até agora: R$ 252 mil (21%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 309 mil25,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 260 mil21,5%
  • PessoalR$ 249 mil20,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 129 mil10,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 265 mil21,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892