- Militância e mobilização de ruaR$ 226 mil20,9%
- PessoalR$ 120 mil11,2%
- Serviços advocatíciosR$ 60 mil5,6%
- Serviços contábeisR$ 60 mil5,6%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 499 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 612 mil56,8%
Almir José do Sindsef (PODE) ficou como suplente de deputado federal por Rondônia em 2026, com 7.108 votos, pelo resultado oficial do TSE. Almir José do Sindsef (Almir José Silva) disputou 4 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RO: 7.108 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RO, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 104 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 226 mil), pessoal (R$ 120 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2016 (100% com militância e mobilização de rua) e R$ 540 em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Almir José Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Almir José do Sindsef declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2008 e 2016, e deputado federal por Rondônia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 104 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 226 mil) e pessoal (R$ 120 mil); R$ 470 mil já foram pagos. Em 2016, 100% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2008, R$ 540 em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.