- Militância e mobilização de ruaR$ 145 mil42,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 55 mil15,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 45 mil13,1%
- PessoalR$ 35 mil10,2%
- Outras 8 categoriasR$ 64 mil18,7%
Jair Topcar (PODE) ficou como suplente de deputado federal por Rondônia em 2026, com 4.905 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jair Topcar (Jair Silva Gomes) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado federal, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Miguel do Guaporé em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RO: 4.905 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RO, declarou R$ 413 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 344 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 145 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 55 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 25 mil em 2024 (48% com pessoal) e R$ 367 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jair Silva Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jair Topcar declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rondônia em 2022 e 2026, e vereador em São Miguel do Guaporé (RO) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 413 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 344 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 145 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 55 mil); R$ 75 mil já foram pagos. Em 2024, 48% dos R$ 25 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, R$ 367 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.