Dra Ana Claudia (NOVO) ficou como suplente de deputada estadual por Rondônia em 2026, com 160 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dra Ana Claudia (Ana Claudia Dinardi de Almeida) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada estadual e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RO: 661 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RO, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 7 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e materiais de expediente (R$ 680).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Claudia Dinardi de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dra Ana Claudia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rondônia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.