Gleison Campos (Gleison Greco Moura) disputou 2 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Castro Alves/BA, declarou R$ 138 mil em receitas: R$ 60 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 25 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil) e serviços de terceiros (R$ 17 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
6.668 votos em 2016 · 2 eleições
A votação de Gleison Greco Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 138 mil em receitas · R$ 138 mil em gastos contratados
Gleison Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Castro Alves (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 138 mil em receitas: R$ 60 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 25 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil).
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 9 mil6,2%
Serviços de terceirosR$ 3 mil2,2%
Locação de imóveisR$ 3 mil2,2%
Outras 13 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 93 mil67,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.