Vladimir Caldeira de Souza

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Vladimir Caldeira de Souza
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PRB
43 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
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Vladimir (Vladimir Caldeira de Souza) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Januária em 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Januária/MG: 547 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Januária/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

397 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Vladimir Caldeira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Vladimir declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Januária (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Januária (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 30% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil30,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil24,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil21,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 55010,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 41 doados a outros candidatos e partidosR$ 66813,1%
2008Vereador, Januária (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 69% · empresas 6% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil24,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2333,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 961,4%
  • Serviços de terceirosR$ 751,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil69,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885