- Materiais impressosR$ 13 mil48,2%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil9,5%
- PessoalR$ 2 mil7,8%
- Locação de imóveisR$ 2 mil7,2%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil4,3%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil23,0%
Leonardo Toledo (Leonardo Ferreira de Toledo) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Paracambi/RJ, com 2.474 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Paracambi/RJ, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 13 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 2 mil).
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Leonardo Toledo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Paracambi (RJ) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 13 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.