Lourdes Montera

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Lourdes Montera
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PATRIOTA
50 anos em 2016 · Feminino · Superior incompleto
Produtor Agropecuário
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Tuka Montera (Lourdes Montera) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Cafelândia em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Cafelândia/SP: 2.092 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Cafelândia/SP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 9 mil do Fundo Partidário e R$ 700 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e baixa de estimaveis - produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 500). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 542, 54% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

2.092 votos em 2016 (eleita) · 3 eleições

A votação de Lourdes Montera em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Tuka Montera declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Cafelândia (SP) em 2012, e prefeita em Cafelândia (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 9 mil do Fundo Partidário e R$ 700 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, 54% dos R$ 542 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Gastos em 2012R$ 542contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, Cafelândia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 92% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil20,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2002,2%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 620 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil77,1%
2012Vereadora, Cafelândia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 542
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · empresas 9% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 542
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29253,9%
  • Materiais impressosR$ 25046,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Lourdes Montera (Tuka Montera): candidaturas e votos · Radar do Voto