Carlos Roberto Lucena Barbosa

Foto de Carlos Roberto Lucena Barbosa
Carlos Roberto Lucena Barbosa
6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PP
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
Comparar

Carlinhos da Apami (Carlos Roberto Lucena Barbosa) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Campo Redondo em 2016 e 2000; prefeito de Campo Redondo em 2008; vice-prefeito de Campo Redondo em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Campo Redondo/RN: 3.233 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Redondo/RN, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 383 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por carros de som (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 35 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

381 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de Carlos Roberto Lucena Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Carlinhos da Apami declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Campo Redondo (RN) em 2008 e 2012, e vereador em Campo Redondo (RN) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 383 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 35 mil em gastos contratados.

Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campo Redondo (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Campo Redondo (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 57% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil22,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil22,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil19,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil14,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 383 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil21,4%
2012Prefeito, Campo Redondo (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 500
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Campo Redondo (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
20 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil9,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 32 mil90,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Carlos Roberto Lucena Barbosa (Carlinhos da Apami): candidaturas e votos · Radar do Voto