Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carina Vitral (Carina Vitral Costa) disputou 4 eleições entre 2016 e 2022, para deputada estadual, vereadora e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por SP: 33.006 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por SP, declarou R$ 782 mil em receitas: R$ 735 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 43 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 779 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 409 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 75 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 217 mil em 2020 e R$ 336 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
20.768 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Carina Vitral Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 782 mil em receitas · R$ 779 mil em gastos
Carina Vitral declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Santos (SP) em 2016, deputada estadual por São Paulo em 2018 e 2022, e vereadora em São Paulo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 782 mil em receitas: R$ 735 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 43 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 779 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 409 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil). Em 2020, R$ 217 mil em gastos contratados; em 2018, 55% dos R$ 336 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 782 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 779 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 217 milcontratados, campanha encerrada
Fundo Partidário 18% · partido 13% · pessoas 68% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 465 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 177 mil38,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 79 mil17,0%
Materiais impressosR$ 63 mil13,6%
Cessão ou locação de veículosR$ 37 mil8,1%
Outras 14 categoriasinclui R$ 191 lançados como "diversas a especificar"R$ 108 mil23,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 20207.272não eleitoLSão Paulo, São Paulo · 32 anos · Branca · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PC do B · nº 65180 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE33.006GSP · 30 anos · Branca · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PC do B · nº 65180 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2016NÃO ELEITO14.650LSantos, São Paulo · 28 anos · Branca · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PC do B · nº 65 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.