Marcos Antonio Gomes da Silva

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Marcos Antonio Gomes da Silva
7 eleições entre 2002 e 2018 · último partido DC
59 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Marcos di Bria (Marcos Antônio Gomes da Silva) disputou 7 eleições entre 2002 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Recife em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PE: 11.097 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PE, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 46 mil em 2016 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 33 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

11.097 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Marcos Antonio Gomes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 111 mil em receitas · R$ 86 mil em gastos

Marcos di Bria declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Recife (PE) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 41 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Em 2016, 42% dos R$ 46 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 63% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2018R$ 111 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 86 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 46 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 111 mil
19 doadores pessoas físicas
FEFC 47% · partido e outras campanhas 23% · pessoas 28% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 86 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 30 mil34,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil12,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil3,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 43 mil49,8%
2016Vereador, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
20 doadores pessoas físicas
partido 57% · pessoas 43%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil42,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 25 mil53,3%
2012Vereador, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
sem doações de pessoas
partido 93% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil23,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil13,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 21 mil63,5%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Recife (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 27% · empresas 53% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil7,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil92,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Marcos Antonio Gomes da Silva (Marcos di Bria): candidaturas e votos · Radar do Voto