Arsego

Foto de Paulo Ricardo Arsego
Arsego
Paulo Ricardo Arsego (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PTB
48 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Arsego (Paulo Ricardo Arsego) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Carazinho em 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Carazinho/RS: 10.720 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Carazinho/RS, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de outros recursos do partido, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 500 de recursos próprios e R$ 13 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 116 mil), militância e mobilização de rua (R$ 28 mil) e publicidade por adesivos (R$ 21 mil).

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Evolução da votação nas eleições

10.720 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Paulo Ricardo Arsego em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 243 mil em receitas · R$ 230 mil em gastos contratados

Arsego declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Carazinho (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de outros recursos do partido, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 500 de recursos próprios e R$ 13 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 116 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 28 mil).

Receitas em 2016R$ 243 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 230 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2016Prefeito, Carazinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 243 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 82% · partido 10% · pessoas 2% · próprios menos de 1% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 230 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 116 mil50,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 28 mil12,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 21 mil9,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil6,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 13 lançados como "diversas a especificar"R$ 49 mil21,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892