Professor Marcos

Foto de Marcos Alves Soares
Professor Marcos
Marcos Alves Soares (nome civil)
7 eleições entre 2010 e 2024 · último partido REDE
56 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Marcos (Marcos Alves Soares) disputou 7 eleições entre 2010 e 2024, para vereador, deputado federal, deputado estadual, prefeito e vice-governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SC: 6.738 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Joinville/SC, declarou R$ 4 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com serviços de terceiros (R$ 500) e impulsionamento de conteúdos (R$ 200). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4 mil em 2022 (42% com serviços de terceiros) e R$ 920 em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

75 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Marcos Alves Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorVereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 4 mil em receitas · R$ 700 em gastos

Professor Marcos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Joinville (SC) em 2012 e 2024, deputado estadual por Santa Catarina em 2014 e 2018, prefeito em Joinville (SC) em 2016, e deputado federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 4 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com serviços de terceiros (R$ 500) e impulsionamento de conteúdos (R$ 200). Em 2022, 42% dos R$ 4 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 85% dos R$ 920 em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 700campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2012 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Joinville (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 700
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 50071,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20028,6%
2022Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil42,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil30,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60014,5%
  • Materiais impressosR$ 53212,9%
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 75% · pessoas 10% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 920
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 78084,8%
  • Serviços de terceirosR$ 13514,6%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 60,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Prefeito, Joinville (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil94,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1305,9%
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 85% · pessoas 12% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 20 mil69,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil15,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil4,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil4,5%
2012Vereador, Joinville (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 359
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 359
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28880,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7119,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892