José Carlos Trevizan

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José Carlos Trevizan
3 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PP
68 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Odontólogo
redes informadas ao TSE
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Trevizan (José Carlos Trevizan) disputou 3 eleições entre 2000 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Campo Grande/MS: 1.994 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 56 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 85 mil, 48% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

1.792 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de José Carlos Trevizan em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 59 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos

Trevizan declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 56 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2016, 48% dos R$ 85 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 85 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
13 doadores pessoas físicas
FEFC 6% · pessoas 94%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 19 mil37,3%
  • Materiais impressosR$ 6 mil12,6%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil11,9%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil7,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 15 mil30,4%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 85 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 86% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 85 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 41 mil48,0%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil8,4%
  • Materiais impressosR$ 7 mil7,6%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil5,9%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil4,8%
  • Outras 9 categoriasR$ 22 mil25,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
José Carlos Trevizan (Trevizan): candidaturas e votos · Radar do Voto