- Militância e mobilização de ruaR$ 716 mil43,5%
- Materiais impressosR$ 524 mil31,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 110 mil6,7%
- Serviços de terceirosR$ 58 mil3,5%
- Outras 7 categoriasR$ 238 mil14,5%
Rosangela Gomes (Rosangela de Souza Gomes) disputou 12 eleições entre 1996 e 2022, para deputada federal, prefeita, deputada estadual, vereadora e senadora. Ela foi eleita 7 vezes: deputada federal em 2022, 2018 e 2014; deputada estadual em 2010; vereadora de Nova Iguaçu em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para senadora por RJ: 264.155 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por RJ pelo REPUBLICANOS. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 244,4 milhões empenhados em 143 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 113 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 740 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 45 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 716 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 524 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 110 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,1 milhões em 2022 (60% com militância e mobilização de rua) e R$ 1,5 milhão em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosangela de Souza Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rosangela Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: senadora por Rio de Janeiro em 2006, vereadora em Nova Iguaçu (RJ) em 2008, deputada estadual por Rio de Janeiro em 2010, deputada federal por Rio de Janeiro em 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeita em Nova Iguaçu (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 740 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 45 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 716 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 524 mil); R$ 913 mil já foram pagos. Em 2022, 60% dos R$ 2,1 milhões em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 41% dos R$ 1,5 milhão em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Rosangela Gomes teve R$ 244,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 143 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 113 municípios. Já foram pagos R$ 214 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (61%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Rio de Janeiro, Paraíba do Sul e Duque de Caxias. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 114,8 milhões em 40 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 79,5 milhões em 72 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 50,1 milhões em 31 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 34 milhões | R$ 28,8 milhões | 85% | 11 | 41 |
| 2025 | R$ 44,9 milhões | R$ 35,6 milhões | 79% | 13 | 39 |
| 2024 | R$ 35,9 milhões | R$ 34,3 milhões | 95% | 16 | 19 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 114,8 milhões | R$ 98,7 milhões | 86% | 40 | 64 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.