- Militância e mobilização de ruaR$ 455 mil52,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 42 mil4,9%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 355 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 367 mil42,5%
Maurício Dziedricki (Maurício Alexandre Dziedricki) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014; vereador de Porto Alegre em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Porto Alegre/RS: 97.939 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por RS pelo PODE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 81,5 milhões empenhados em 43 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 122 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário e R$ 5 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 864 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 455 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 42 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,4 milhão em 2022 (55% com militância e mobilização de rua) e R$ 909 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauricio Alexandre Dziedricki em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maurício Dziedricki declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2018, 2022 e 2026, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Porto Alegre (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário e R$ 5 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 864 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 455 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 42 mil); R$ 859 mil já foram pagos. Em 2022, 55% dos R$ 1,4 milhão em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2018, R$ 909 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Maurício Dziedricki teve R$ 81,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 43 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 122 municípios. Já foram pagos R$ 78,1 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, Xangri-lá e Portão.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 3 | 34 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,3 milhões | 99% | 5 | 44 |
| 2021 | R$ 15,6 milhões | R$ 14,3 milhões | 92% | 15 | 24 |
| 2020 | R$ 14,9 milhões | R$ 12,1 milhões | 81% | 20 | 46 |
| Total | R$ 81 milhões | R$ 76,8 milhões | 95% | 43 | 122 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.