Jander Filaretti

Foto de Jander Muniz Filaretti
Jander Filaretti
Jander Muniz Filaretti (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
54 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jander Filaretti (Jander Muniz Filaretti) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito, deputado federal, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Contagem em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Contagem/MG: 22.784 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Contagem/MG, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 18 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 6 mil), serviços de terceiros (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 643 mil em 2016 (43% com pessoal) e R$ 164 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.529 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Jander Muniz Filaretti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 39 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos

Jander Filaretti declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, deputado federal por Minas Gerais em 2014, prefeito em Contagem (MG) em 2016, e vereador em Contagem (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 18 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Em 2016, 43% dos R$ 643 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 164 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 643 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil20,4%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil19,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil17,7%
  • Materiais impressosR$ 5 mil17,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil25,3%
2016Prefeito, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 383 mil
14 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 21% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 57% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 643 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 274 mil42,6%
  • Materiais impressosR$ 172 mil26,7%
  • Serviços de terceirosR$ 97 mil15,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50 mil7,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 51 mil7,9%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 146 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 14% · pessoas 16% · empresas 45% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 164 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 58 mil35,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil24,3%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil17,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil5,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 30 mil18,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
doações de pessoas
pessoas 21% · empresas 50% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 17 mil57,5%
  • Materiais impressosR$ 7 mil25,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9853,4%
  • Despesas postaisR$ 8422,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 3 mil11,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892