Anderson Jiraya

Foto de Anderson Freitas Candido
Anderson Jiraya
Anderson Freitas Candido (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · último partido PHS
32 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Anderson Jiraya (Anderson Freitas Cândido) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Palhoça/SC: 7.998 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SC, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 28 mil), serviços de terceiros (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 44 mil, 54% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.358 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Anderson Freitas Candido em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 41 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Anderson Jiraya declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Palhoça (SC) em 2016, e deputado estadual por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 28 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Em 2016, 54% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 41 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 65 milcontratados
Gastos em 2016R$ 44 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
doações de pessoas
pessoas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 65 mil
pago: R$ 40 mil (62%)
  • Publicidade por adesivosR$ 28 mil42,4%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil38,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil12,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil6,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1menos de 0,1%
2016Prefeito, Palhoça (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 24 mil54,2%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil18,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil13,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil8,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil5,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892