João Bosco

Foto de João Bosco Pessine Gonçalves
João Bosco
João Bosco Pessine Gonçalves (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PT
64 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Agrônomo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Bosco (João Bosco Pessine Gonçalves) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Caratinga em 2008; vereador de Caratinga em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Caratinga/MG: 25.643 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Caratinga/MG, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 93 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 74 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 42 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 46 mil em 2016 e R$ 181 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

6.199 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de João Bosco Pessine Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 110 mil em receitas · R$ 107 mil em gastos

João Bosco declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Caratinga (MG) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 93 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 74 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 42 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Em 2016, R$ 46 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 181 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 110 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 107 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 46 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Caratinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 110 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 84% · pessoas 16% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 107 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil39,2%
  • Materiais impressosR$ 36 mil33,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil8,1%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 7 mil6,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil13,3%
2016Prefeito, Caratinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
26 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 71% · pessoas 29%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 18 mil38,3%
  • Materiais impressosR$ 11 mil24,7%
  • PessoalR$ 3 mil7,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil6,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil23,1%
2008Prefeito, Caratinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 181 mil
47 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 55% · empresas 22% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 181 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 38 mil21,0%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil14,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil6,4%
  • ComíciosR$ 5 mil3,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 100 mil55,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892