Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zezinho (Reginaldo Camilo dos Santos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Jandira em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 9.277 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SP, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 107 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 66 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e serviços advocatícios (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 108 mil em 2020 e R$ 90 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
8.858 votos em 2022 · 10 eleições
A votação de Reginaldo Camilo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 161 mil em receitas · R$ 153 mil em gastos
Zezinho declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, vereador em Jandira (SP) em 2008 e 2012, prefeito em Jandira (SP) em 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 107 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 153 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 66 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2020, R$ 108 mil em gastos; em 2018, 45% dos R$ 90 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2022R$ 161 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 153 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 108 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 19% · pessoas 65% · empresas 15% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil10,1%
Transporte ou deslocamentoR$ 6 mil9,4%
Publicidade por carros de somR$ 3 mil4,7%
Materiais impressosR$ 2 mil3,7%
Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil72,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE442LJandira, São Paulo · 29 anos · Ensino médio completo · Auxiliar de Escritorio e Assemelhados · PT · nº 13610 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE297LJandira, São Paulo · 25 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.