Aylon Mássimo Oliveira Praça

Foto de Aylon Mássimo Oliveira Praça
Aylon Mássimo Oliveira Praça
2 eleições entre 2012 e 2016 · PT
24 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Vereador
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Aylon (Aylon Mássimo Oliveira Praça) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Francisco do Piauí em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em São Francisco do Piauí/PI: 2.109 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Francisco do Piauí/PI, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 50 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com comícios (R$ 10 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 41% com locação/cessão de bens móveis.

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Evolução da votação nas eleições

2.109 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Aylon Mássimo Oliveira Praça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 53 mil em receitas · R$ 53 mil em gastos contratados

Aylon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Francisco do Piauí (PI) em 2012, e prefeito em São Francisco do Piauí (PI) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 50 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com comícios (R$ 10 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Em 2012, 41% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis.

Receitas em 2016R$ 53 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 53 milcontratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São Francisco do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
27 doadores pessoas físicas
pessoas 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 10 mil18,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil17,9%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil17,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil9,5%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil36,3%
2012Vereador, São Francisco do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
pessoas 42% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil40,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil37,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil21,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Aylon Mássimo Oliveira Praça (Aylon): candidaturas e votos · Radar do Voto