Donisete Braga (Donisete Pereira Braga) disputou 10 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Mauá em 2012; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Mauá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Mauá/SP: 120.115 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Mauá/SP, declarou R$ 961 mil em receitas: R$ 855 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 88 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 959 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 338 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 58 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 397 mil em 2018 e R$ 1,2 milhão em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.174 votos em 2020 · 10 eleições
A votação de Donisete Pereira Braga em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 961 mil em receitas · R$ 959 mil em gastos
Donisete Braga declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, prefeito em Mauá (SP) em 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 961 mil em receitas: R$ 855 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 88 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 959 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 338 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil). Em 2018, R$ 397 mil em gastos contratados; em 2016, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 961 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 959 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 397 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 33% · empresas 52% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 479 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 169 mil35,3%
Serviços de terceirosR$ 22 mil4,6%
PessoalR$ 13 mil2,7%
Locação de imóveisR$ 1 mil0,3%
Outras 21 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 274 mil57,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO2.227LMauá, São Paulo · 33 anos · Superior incompleto · PT · nº 13678 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PMDB / PT
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE28.739GSP · 31 anos · Ensino médio completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PT · nº 13141 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB / PMN / PPS / PT
Vereador · 1996ELEITO2.593LMauá, São Paulo · 29 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13678 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.