- Cessão ou locação de veículosR$ 90035,2%
- Serviços de terceirosR$ 82632,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 45517,8%
- Materiais impressosR$ 1967,7%
- Outras 1 categoriaR$ 1807,0%
Pedro Mattos (Pedro Henrique da Rocha Mattos) disputou 2 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Chiador/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 900), serviços de terceiros (R$ 826) e combustíveis e lubrificantes (R$ 455).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Pedro Mattos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Chiador (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 900) e serviços de terceiros (R$ 826).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.