- Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil63,9%
- Materiais impressosR$ 5 mil36,1%
Professor Willian Barcelos (Willian Carlos Ferreira Barcelos) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Nova Serrana em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MG: 6.782 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Nova Serrana/MG, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 235 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 7 mil em 2020 (48% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 36 mil em 2018.
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A votação de Willian Carlos Ferreira Barcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Willian Barcelos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Nova Serrana (MG) em 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 235 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2020, 48% dos R$ 7 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2018, R$ 36 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.