João Bico de Souza

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João Bico de Souza
2 eleições entre 2014 e 2016 · último partido PSDC
49 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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João Bico (João Bico de Souza) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 6.530 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Paulo/SP, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 124 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 188 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 320 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil), baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 90 mil) e serviços de terceiros (R$ 28 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão, 66% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

6.006 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de João Bico de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 320 mil em receitas · R$ 320 mil em gastos contratados

João Bico declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2014, e prefeito em São Paulo (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 124 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 188 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 320 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil) e baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 90 mil). Em 2014, 66% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 320 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 320 milcontratados
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 39% · pessoas 2% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 320 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 123 mil38,3%
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil8,7%
  • PessoalR$ 28 mil8,6%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil4,7%
  • Materiais impressosR$ 5140,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 126 mil39,4%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 4% · empresas 78% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 700 mil66,1%
  • Materiais impressosR$ 167 mil15,8%
  • Locação de imóveisR$ 22 mil2,0%
  • Materiais impressosR$ 12 mil1,2%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil0,4%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 154 mil14,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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