Ivair Nogueira (Ivair Nogueira do Pinho) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 59.637 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 644 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 76 mil de doações privadas (48 doadores) e R$ 301 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 557 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 370 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil) e publicidade por adesivos (R$ 52 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2016 e R$ 1,1 milhão em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
40.884 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Ivair Nogueira do Pinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 644 mil em receitas · R$ 557 mil em gastos
Ivair Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Betim (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 644 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 76 mil de doações privadas (48 doadores) e R$ 301 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 557 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 370 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil). Em 2016, R$ 1 milhão em gastos contratados; em 2014, 47% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2018R$ 644 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 557 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 7% · empresas 84% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 205 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 18 mil8,7%
Materiais impressosR$ 16 mil7,8%
PessoalR$ 8 mil4,1%
Locação de imóveisR$ 2 mil1,1%
Outras 15 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 161 mil78,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996NÃO ELEITO31.606LBetim, Minas Gerais · 45 anos · Superior completo · Engenheiro · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994ELEITO34.192GMG · 43 anos · Superior completo · Engenheiro · PDT · nº 12260 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.