Pedro Costa Silva

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Pedro Costa Silva
7 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PL
56 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Policial Militar
redes informadas ao TSE
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Pedro Costa (Pedro Costa Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Itaubal em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por AP: 160 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (87% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

84 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Pedro Costa Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 40 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos

Pedro Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2022, e prefeito em Itaubal (AP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Em 2016, 87% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2006, 55% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis.

Receitas em 2022R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 40 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 40 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 17 mil42,5%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil19,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 15 mil37,7%
2016Prefeito, Itaubal (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil87,1%
  • Materiais impressosR$ 40012,9%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 44%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 57031,7%
  • Locação de imóveisR$ 20011,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil57,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Pedro Costa Silva (Pedro Costa): candidaturas e votos · Radar do Voto