Willian do Cafe (Willian Furtado Valadares) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Arinos em 2024, 2020 e 2012; vereador de Arinos em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Arinos/MG: 1.989 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Arinos/MG, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 80% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
1.989 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Willian Furtado Valadares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados
Willian do Cafe declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Arinos (MG) em 2008, e prefeito em Arinos (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2008, 80% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 32 milcontratados
Gastos em 2008R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.