Dr Íris Almeida

Foto de Íris José de Almeida
Dr Íris Almeida
Íris José de Almeida (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · PT
74 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Íris Almeida (Íris José de Almeida) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Divinópolis/MG: 5.552 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Divinópolis/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 320 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 310, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 250) e impulsionamento de conteúdos (R$ 60). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil, 45% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

228 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Íris José de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 310 em gastos

Dr Íris Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Divinópolis (MG) em 2016, e vereador em Divinópolis (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 320 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 310, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 250) e impulsionamento de conteúdos (R$ 60). Em 2016, 45% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 310campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 310
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 25080,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6019,4%
2016Prefeito, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 17% · pessoas 53% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 14 mil45,4%
  • Materiais impressosR$ 9 mil30,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil21,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 6502,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892