Maria de Fátima Castro Mulazzani

Foto de Maria de Fátima Castro Mulazzani
Maria de Fátima Castro Mulazzani
6 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PT
57 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE
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Preta Mulazzani (Maria de Fátima Castro Mulazzani) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: vice-prefeita de Alegrete em 2012 e 2008; vereadora de Alegrete em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RS: 23.902 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RS, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de outras campanhas, R$ 76 mil de doações privadas (47 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 31 mil), serviços de terceiros (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 99 mil.

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Evolução da votação nas eleições

23.902 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Maria de Fátima Castro Mulazzani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 150 mil em receitas · R$ 124 mil em gastos

Preta Mulazzani declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Alegrete (RS) em 2016, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de outras campanhas, R$ 76 mil de doações privadas (47 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 31 mil) e serviços de terceiros (R$ 30 mil). Em 2016, R$ 99 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 150 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 124 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 99 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
47 doadores pessoas físicas
FEFC 28% · Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 16% · pessoas 51% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 124 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil24,8%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil24,4%
  • Materiais impressosR$ 24 mil19,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil5,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 32 mil25,6%
2016Prefeita, Alegrete (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
37 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 11% · pessoas 75% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 21 mil21,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 15 mil15,0%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil14,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil33,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Maria de Fátima Castro Mulazzani (Preta Mulazzani): candidaturas e votos · Radar do Voto