- PessoalR$ 52 mil73,3%
- Materiais impressosR$ 8 mil11,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 9001,3%
- Outras 4 categoriasR$ 10 mil14,0%
Aluizio Borges (Aluízio Borges Gomes) disputou 9 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por MS: 9.855 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 70 mil de doações privadas e R$ 260 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com pessoal (R$ 52 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (67% com baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros) e R$ 50 mil em 2010.
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A votação de Aluizio Borges Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aluizio Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2008, 2016 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 70 mil de doações privadas e R$ 260 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com pessoal (R$ 52 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Em 2016, 67% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros; em 2010, R$ 50 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.