Jalmo Fornari (Jalmo Antonio Fornari) disputou 5 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Tenente Portela em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por RS: 5.447 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tenente Portela/RS, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 258 de outros recursos do partido, R$ 400 de doações privadas e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e publicidade por carros de som (R$ 7 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
3.598 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Jalmo Antonio Fornari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 42 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos contratados
Jalmo Fornari declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Tenente Portela (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 258 de outros recursos do partido, R$ 400 de doações privadas e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil).
Fundo Partidário 4% · partido menos de 1% · pessoas menos de 1% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil36,2%
Materiais impressosR$ 7 mil17,2%
Publicidade por carros de somR$ 7 mil15,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil9,2%
Outras 7 categoriasinclui R$ 90 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil21,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016NÃO ELEITO3.598LTenente Portela, Rio Grande do Sul · 59 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE290LTenente Portela, Rio Grande do Sul · 47 anos · Superior completo · Jornalista e Redator · PPS · nº 23456 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA339LTenente Portela, Rio Grande do Sul · 43 anos · Ensino médio completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PMDB · nº 15615 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PFL / PTB / PSDB
Vereador · 1996ELEITO582LTenente Portela, Rio Grande do Sul · 39 anos · Superior completo · Jornalista · PMDB · nº 15615 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE5.447GRS · 37 anos · Superior completo · Castrador · PMDB · nº 15126 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.