Guilherme da Silva Montanari

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Guilherme da Silva Montanari
2 eleições entre 2014 e 2016 · último partido PDT
34 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Fiscal
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Guilherme Montanari (Guilherme da Silva Montanari) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 1.218 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Serrana/SP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 153 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 839). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 61 mil, 54% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

131 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Guilherme da Silva Montanari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Guilherme Montanari declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2014, e vereador em Serrana (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 153 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil). Em 2014, 54% dos R$ 61 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2016R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados
Gastos em 2014R$ 61 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Serrana (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 37% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil25,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil21,1%
  • Materiais impressosR$ 83911,8%
  • Serviços de terceirosR$ 80011,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 2 mil30,4%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 12% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 33 mil54,3%
  • Materiais impressosR$ 11 mil18,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil14,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil4,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 5 mil8,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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