Maria Cristina Alves Pereira

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Maria Cristina Alves Pereira
3 eleições entre 2008 e 2016 · PT
49 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Psicólogo
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Cristina Lopes (Maria Cristina Alves Pereira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de São João del Rei em 2012. Na campanha de 2016 para prefeita em São João del Rei/MG, declarou R$ 113 mil em receitas: R$ 57 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 29 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 49 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e publicidade por adesivos (R$ 11 mil).

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Evolução da votação nas eleições

2.655 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Maria Cristina Alves Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 113 mil em receitas · R$ 138 mil em gastos contratados

Cristina Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em São João del Rei (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 113 mil em receitas: R$ 57 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 29 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 138 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 49 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil).

Receitas em 2016R$ 113 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 138 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, São João del Rei (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 113 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 50% · partido menos de 1% · pessoas 26% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 138 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 49 mil35,5%
  • Materiais impressosR$ 28 mil20,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 11 mil8,3%
  • PessoalR$ 9 mil6,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 40 mil29,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Maria Cristina Alves Pereira (Cristina Lopes): candidaturas e votos · Radar do Voto