Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Igor (Igor Paes Nunes Sardinha) disputou 5 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Macaé em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 11.293 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Macaé/RJ, declarou R$ 431 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 48 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 60 mil), serviços contábeis (R$ 39 mil) e pessoal (R$ 36 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 205 mil em 2016 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 139 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
8.499 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Igor Paes Nunes Sardinha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 431 mil em receitas · R$ 305 mil em gastos
Igor declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Macaé (RJ) em 2008 e 2012, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, e prefeito em Macaé (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 431 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 48 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 60 mil) e serviços contábeis (R$ 39 mil). Em 2016, 50% dos R$ 205 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 53% dos R$ 139 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 431 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 305 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 205 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.