Ionaldo José Arce

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Ionaldo José Arce
9 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSL
74 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Militar Reformado
redes informadas ao TSE
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Capitão Arce (Ionaldo José Arce) disputou 9 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para senador por MS: 2.136 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 e R$ 16 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

370 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Ionaldo José Arce em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualSenadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 17 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Capitão Arce declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: senador por Mato Grosso do Sul em 2006, deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2010, vereador em Campo Grande (MS) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 2 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 46% · pessoas 14% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 10 mil81,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil14,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5004,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 190,2%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 59% · pessoas 41%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 95038,8%
  • Materiais impressosR$ 50020,4%
  • PessoalR$ 40016,3%
  • PessoalR$ 502,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 55022,4%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 48% · pessoas 16% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil18,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil12,6%
  • Serviços de terceirosR$ 4973,1%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil52,0%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 90% · empresas menos de 1% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil33,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil24,7%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 113 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil41,4%
2010Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 62 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 33 mil53,5%
  • Materiais impressosR$ 14 mil21,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil2,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil21,7%
2006Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 680
doações de pessoas
pessoas 63% · empresas 22% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 680
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10014,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 58085,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Ionaldo José Arce (Capitão Arce): candidaturas e votos · Radar do Voto