- Militância e mobilização de ruaR$ 434 mil34,1%
- Materiais impressosR$ 372 mil29,3%
- Serviços de terceirosR$ 90 mil7,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 70 mil5,5%
- Locação de imóveisR$ 56 mil4,4%
- Outras 12 categoriasR$ 251 mil19,7%
Fred Ferreira (Frederico Menezes de Moura Sobrinho Ferreira) disputou 4 eleições entre 2016 e 2024, para vereador e vice-governador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Recife em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Recife/PE: 14.277 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Recife/PE, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 170 mil do Fundo Partidário e R$ 21 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 434 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 372 mil) e serviços de terceiros (R$ 90 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 304 mil em 2020 e R$ 272 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Frederico Menezes de Moura Sobrinho Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fred Ferreira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Recife (PE) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 170 mil do Fundo Partidário e R$ 21 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 434 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 372 mil). Em 2020, R$ 304 mil em gastos; em 2016, R$ 272 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.