Coronel Ivan (José Ivan de Almeida) disputou 6 eleições entre 2006 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 11.980 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), pessoal (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 450). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2016 (52% com pessoal) e R$ 28 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
614 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de José Ivan de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos
Coronel Ivan declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Campo Grande (MS) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e pessoal (R$ 3 mil). Em 2016, 52% dos R$ 20 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, 88% dos R$ 28 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 35% · empresas 30% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 181 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 45 mil25,0%
Materiais impressosR$ 15 mil8,2%
Locação de imóveisR$ 8 mil4,4%
Serviços de terceirosR$ 1 mil0,6%
Outras 17 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 112 mil61,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE614LCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 65 anos · Branca · Superior completo · Administrador · MDB · nº 15190 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016645não eleitoLCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 61 anos · Branca · Superior completo · PATRIOTA · nº 51555 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 20140não eleitoGMS · 59 anos · Branca · Superior completo · Administrador · PATRIOTA · nº 51190 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PT do B / PRTB / PHS / PSC / PATRIOTA / PRB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.