Paulo Roberto da Rosa

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Paulo Roberto da Rosa
7 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PSDB
57 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Paulo Rosa (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 216 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Rosa (Paulo Roberto da Rosa) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, senador, prefeito, deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para senador por RS: 2.077 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 500) e publicidade por materiais impressos (R$ 116). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 20 mil em 2022 (86% com pessoal) e R$ 31 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

216 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Paulo Roberto da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoSenadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 6 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Paulo Rosa declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Viamão (RS) em 2008 e 2012, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, prefeito em Viamão (RS) em 2020, senador por Rio Grande do Sul em 2022, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 500); R$ 2 mil já foram pagos. Em 2022, 86% dos R$ 20 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, 52% dos R$ 31 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 6 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 3 milcontratados, parcial; R$ 2 mil pagos
Gastos em 2022R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
FEFC 83% · pessoas 17%
Gasto contratado
R$ 3 mil
pago até agora: R$ 2 mil (70%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil75,1%
  • Serviços de terceirosR$ 50015,0%
  • Materiais impressosR$ 1163,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1143,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 1003,0%
2022Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
sem doações de pessoas
FEFC 95% · partido e outras campanhas 5%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 17 mil86,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil12,0%
  • Materiais de expedienteR$ 4002,0%
2020Prefeito, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
sem doações de pessoas
FEFC 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil52,0%
  • Materiais impressosR$ 11 mil36,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil8,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 8002,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 800,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil93,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 833,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 502,3%
2012Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil76,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35023,3%
2008Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · pessoas 15% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 493,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil96,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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